13a etapa

 

De volta ao México

 

31 de janeiro, quinta feira. A fronteira do México foi menos complicada do que esperavámos. Explicando melhor, a burocracia e os pagamentos de taxas não faltaram mas felizmente não fomos parados para a checagem de fronteira como aconteceu quando entramos no México pela Guatemala onde tivemos que praticamente desmontar o carro. As taxas obrigatórias são as mais altas de toda a viagem (Us$40.00 de imigração para duas pessoas, Us$25.00 para o carro e Us$18.00 no primeiro pedágio da estrada, sem contar que o diesel é o dobro do preço dos Estados Unidos). É curioso perceber como uma "linha imaginária" pode mudar tudo. O mesmo deserto que cruzamos nos Estados Unidos, agora estávamos cruzando no México mas tudo era muito diferente, desde a qualidade das estradas até o jeito de dirigir das pessoas. Sentimos de imediato a diferença cultural. No primeiro dia no México rodamos aproximadamente 800 quilômetros até San Luis Potossi pois chegamos cedo em Matehuala, lugar onde tínhamos previsto dormir. Esta parte do México não tem muito o que se ver e nos pareceu mais pobre do que o lado oeste que foi por onde subimos da primeira vez que aqui estivemos.


A parte central do México é muito interessante por isto resolvemos ir direto para Tepotzotlan que é uma cidadezinha estratégica por ficar a 30 quilômetros da Cidade do México e perto do sítio arqueológico Teotihuacan. Já conhecíamos o lugar porque paramos ali quando subíamos para o Alaska, por isto tudo ficou muito mais fácil. Resolvemos aproveitar o sábado para conhecer a Cidade do México. Nem cogitamos a idéia de dirigir por ali, pois isto exigiria muita paciência e sorte para não ser "garfados" pelos policiais locais. Decidimos ir de ônibus e metrô. Isto sim, foi uma verdadeira aventura! O destino do nosso ônibus era Toreo e de lá pegamos um metro para o Zócalo (em algumas cidades mexicanas chama-se de zócalo uma praça ou um lugar para reuniões). O metro estava lotado e quando saímos da estação nos deparamos com uma enorme praça com gente para todo lado. Tinha grupos de dança indígena, um grande palco onde grupos tocavam músicas tradicionais, vendedores ambulantes e uma feira de quinquilharias. A Catedral Metropolitana domina a praça e em volta é possível ver os prédios públicos. As ruas que saem dali são super movimentadas, com muito comércio e muita gente. Na verdade este é um importante centro desde a fundação da cidade do México. Andamos muito por dali, e depois fomos ao Museu de Antropologia, que é um outro ponto importante de ser visitado. Ele é um enorme espaço muito bem montado e muito rico que conta toda a história do povo mexicano desde os pré-clássicos e clássicos até os dias atuais. As primeiras salas são dedicadas a introdução da Antropologia e ao crescimento da civilização mesoamericana. Na entrada do museu há um enorme monolito de 217 toneladas e quase 10 metros de altura que pertencia aos Aztecas. Este monolito que representa o deus da chuva, segundo a lenda, quando foi transportado para o museu foi acompanhado de um verdadeiro temporal em plena estação seca. Entre outras coisas fantásticas do museu está a "pedra do sol" que pesa 24 toneladas e que tem esculpido o sol em uma das suas faces. O museu fica no bosque Chapultepec junto com outros importantes museus, galerias e zoológico.


A volta foi outra grande aventura. Os motoristas dos ônibus dirigem feito loucos. Eles passam espremidos entre ônibus e caminhões em alta velocidade. Só fechávamos os olhos e deixávamos ver o que aconteceria. A corrupção anda solta por aquelas bandas apesar de termos visto vários cartazes nas estradas combatendo esta atitude. As "mordidas" no entanto são inevitáveis. Durante o percurso do ônibus da Cidade do México a Tepotzotlan vimos o motorista dar propina a pelo menos dois policiais e dois fiscais.


No domingo decidimos ir para Teotihuacan para ver este enorme sítio arqueológico. Tudo parecia bastante tranquilo e fomos sem muita pressa pois decidimos primeiro curtir um pouco do movimento de Tepotzotlan que aos domingos recebe muitos visitantes e fica bastante animada. A falta de sinalização nos fez ficar completamente perdidos e quando percebemos estávamos entrando na Cidade do México. Nesta hora nem o GPS nos salvou. Relaxamos e resolvemos ver um pouco mais da cidade, passamos pela Zona Rosa e por sorte encontramos um casal que nos guiou até a estrada certa. O que percebemos é que a sinalização para as ruínas só existe para quem está saindo da capital. Como eram somente 45 quilômetros do ponto em que estávamos até as pirâmides resolvemos pegar a estrada livre (sem pedágios). Foi o nosso erro. A estrada era uma pista estreira que passava pela periferia, com o trânsito quase parando (as vezes parava), com muita gente e sem acostamento. A rodovia livre não tem acesso a rodovia paga por isto não tínhamos outra solução. O mau humor foi inevitável. Já eram quase duas e meia da tarde e não tínhamos chegado nas ruínas e ainda pretendíamos ir para Puebla.


No México os monumentos históricos, museus e ruínas não cobram entradas aos domingos e feriados e por isto tudo fica completamente lotado. Foi isto que vimos, as pirâmides e muita gente, parecia um "formigueiro". Resolvemos privilegiar a Pirâmide do Sol que é a maior e de lá seria possível avistar todo o sítio arqueológico. Ela é a terceira maior pirâmide do mundo e tem 248 degraus até o topo. O caminho que cruza a sua frente e que vai até a Pirâmide da Lua tem mais de 2 quilômetros de comprimento e é chamada Avenida dos Mortos. De lá fomos para Puebla por uma estrada que partiria dali passando por fora da Cidade do México. Era tudo que desejávamos, um desvio para evitar uma nova "perdida". Desta vez uma nova surpresa, fomos parados por policiais que pareciam querer achar alguma coisa errada e praticar a velha e conhecida "mordida". Saímos ilesos por pura sorte. A documentação estava toda em ordem mas não havíamos entendido o "pequeno" sinal que o policial fez para paramos. Não sabemos nem porque mas paramos. Se seguíssemos adiante teríamos uma grande conta a pagar... A partir daí não tivemos mais dúvidas resolvemos pegar a rodovia paga porque por ali esta prática abominável não existe. Resolvemos arcar com o "ônus" do pedágio para ter tranquilidade. No caminho para Puebla vimos toda a exuberância e imponência do vulcão Popocatépl.


Como já conhecíamos Puebla resolvemos somente passar a noite e seguimos para Oaxaca. Este é um interessante estado com povos indígenas e as ruínas de Monte Albán. É um complexo de ruínas menor que Teotihuacan mas nem por isto menos impressionante. Foi construído pela civilização Zapotec e é considerado um lugar sagrado. Depois passou para o domínio Mixtec e finalmente foi consquistado pelos Aztecas. Dali seguimos nós e um casal de ciclistas holandeses (que estavam no mesmo camping) e que demos carona até Tule para ver uma enorme cipreste de mais de 2000 anos de idade. Depois debaixo de um calor intenso fomos para o centro da cidade andar por suas ruas, ver o casario, visitar o mercado onde são vendidas comidas típicas como o "mole poblano" que é feito com mais de 25 temperos e chocolate amargo, um estranho tira-gosto que é o gafanhoto frito, frutas tropicais, queijo fresco e Meska que é um tipo de aguardente feito por ali. A igreja de Santo Domingo é um lugar bonito de se ver. Sentar em um bar em volta das duas principais praças da cidade, o zócalo, também pode ser uma boa pedida.


Nosso próximo destino era San Cristobal de Las Casas, no Chiapas mas como o caminho era longo estávamos decididos a parar em Tapanatepec, um lugarejo que estivemos quando entramos no México no ano passado. As 9 horas da manhã o termômetro do carro já estava nos 30 graus. Pegamos uma estrada nas montanhas e com muitas curvas. O visual era muito bonito mas as vezes sentíamos que estávamos perdidos naquelas longas e altas montanhas, até o GPS parecia que tinha enlouquecido. Finalmente chegamos em algum lugar mais baixo e percebemos que entrávamos no Istmo. O sol castigava cada vez mais e o calor estava pior. Vimos que tudo estava bem quando chegamos em Ventosa. Jamais esqueceríamos aquele lugar, com as árvores tombadas para um lado por causa do vento devido a sua geografia. Depois de um merecido descanso subimos novamente as montanhas de Sierra Madre del Sur que nos levaria até San Cristobal de Las Casas. Enfim estávamos novamente no Chiapas! O estado tão temido por causa dos guerrilheiros comandados pelo Sub-Comandante Marcos não deve ser evitado pois tem uma história bonita e uma natureza invejável. Passamos por Tuxtla Gutierrez e ficamos impressionados com a limpeza e organização da cidade. A sensação era que estávamos entrando na cidade mexicana mais organizada. Ninguém buzinava, os prédios bem cuidados e as ruas arborizadas e limpas. De lá fomos por um caminho tortuoso até San Cristobal de Las Casas. A temperatura começou a cair, a neblina estava intensa, enfim, o clima era completamente outro.


San Cristoval de Las Casas é lugar ideal para ser explorado a pé. Fomos até a catedral, ao mercado e as inúmeras igrejas que a cidade possui. Subimos os degraus da igreja de Guadalupe e do alto vimos a cidade como um todo. Ela fica rodeada de montanhas e por isto o seu clima é mais ameno que em outras partes do México. Também possui muitos restaurantes, bares e tem um certo mistério por ter sido o local onde a revolta zapatista começou a tomar corpo. Este é um estado indígena e por isto tudo tem seu colorido e os artesanatos são vendidos pelos índios nas ruas, nos mercados das cidades e nas pequenas comunidades que ficam próximas a cidade e a beira da estrada. O ponto alta da visita fica por conta de San Juan de Chamula e Zinacantan. É imperdível para quem quiser entender um pouco mais da cultura indigena da região. Apesar da modernização, os índios nestes dois locais tentam preservar um pouco mais da sua cultura. Ali convivem os Tzeltal e Tzotzil que até hoje mantem seus costumes e tradições. Eles vivem da cultura e artesanato. Um espetáculo a parte é entrar na igreja da cidade e ver um enorme espaço com milhares de velas acesas no chão e com os índios sentados no meio de galhos de pinheiros professando, em sua língua original, a sua fé. Apesar de ser uma igreja católica e ali existem muitos santos, os índios ficam sentados tomando um refigerante ou o "posh" (aguardente de cana) que eles acreditam ser um meio de comunicação com os deuses. Na verdade eles utilizam o espaço da igreja para praticar sua fé. Chegamos em Chamula e a cidade estava em festa pois era o começo do carnaval que para eles também é uma grande festa. Grupos diversos, vestidos com roupas características de cada grupo, andam pela cidade soltando rojões. Neste lugar é terminantemente proibido tirar fotos. Os oficiais da ordem pública, que são homens que são identificados pelas roupas e pelo cacetete que carregam, se encarregam de manter a ordem e impedir qualquer infração dos turistas.


De lá fomos para as ruínas de Palenque. Vale lembrar o caminho por sua beleza. São apenas 200 quilômetros mas que demoram perto de 6 horas de viagem. A estrada é sinuosa e existem muitos assentamentos indígenas. O visual é lindo porém a estrada exige muita atenção pelas curvas e pela quantidade de pessoas e animais nas pistas. Não se esquecendo também dos famijerados "topes" que existem por todo o caminho. No meio da viagem mais um susto. Desta vez por conta de um grupo de índios fantasiados para o carnaval e que fechavam a estrada. Tudo estava tranquilo e eles somente se divertiam, até que um deles tentou abrir a porta do carro. Ficamos um pouco assustados e não tivemos dúvidas, arrancamos e seguimos em frente. Na verdade eles estavam querendo além se divertir, faturar algum dinheiro. Bonito também é a visão dos vales e as cascatas de Água Azul, parada obrigatória para todos que passam por ali.


Depois de toda a maravilha da estrada finalmente chegamos a Palenque no final da tarde com uma chuva intensa. Na entrada da cidade fomos mais uma vez revistados pelo exército. Foi curioso perceber que quando entramos pela primeira vez no México indo em direção aos Estados Unidos passamos por muitas revistas e muito mais rigorosas, inclusive com caminhão de Raio X. Desta vez, não sabemos se porque o trajeto era diferente ou se o sentido era contrário, ou seja em direção a Belize ou a Guatemala, as revistas foram muito menos frequentes e menos rigorosas. As vezes víamos as revistas sendo feitas para quem estava no sentido contrário, ou seja em direção ao norte.


As ruínas de Palenque são impressionantes. Parecia que entrávamos num filme de Indiana Jones. Elas ficam no meio de uma floresta tropical. Até hoje não foram totalmente exploradas devido ao difícil acesso do local. Por sorte nossa encontramos um arqueólogo da Universidade da Califórnia (Donald) que pesquisa a cultura Maya na floresta do México e Guatemala por mais de 35 anos. Ficamos conversando por um longo tempo e ele nos deu uma verdadeira aula sobre o assunto, inclusive sobre a última pirâmide descoberta e que ele estava trabalhando. Esta pirâmide ainda está fechada ao público pois eles a estão estabilizando. Através de uma micro câmera digital eles conseguiram ver o seu interior e descobrirarm ricas peças pintadas e esculpidas. Por causa dos gases tóxicos que exalam dos ambientes internos o acesso somente pode ser feito pelos arqueólogos usando máscaras e tubos de oxigênio. Vimos o famoso império Pacal com o Palácio, o templo das Inscrições e todas as construções que provavelmente tiveram seu início no ano 100 AC e que até hoje se mantem bem preservadas. Este foi o sítio arqueológico mais impresssionante que vimos até agora.


Campeche foi nosso próximo destino. Depois de uma viagem tranquila, apesar dos "topes", alcançamos o mar. Era uma bela visão que esperávamos há muito tempo. Era carnaval e por incrível que possa parecer, esta é uma das poucas cidades no México que comemora esta data, com desfiles de carros alegóricos. É um desfile pequeno, de somente duas horas, mas que conta com a participação de familias, empresas e escolas. Depois do desfile tem festa na "concha acústica" da cidade com muita salsa. Uma grande coincidência foi reencontrar o Michael e a Liz, um casal de ingleses que conhecemos no México quando aqui estivemos da primeira vez. Na verdade este mundo de viajantes é muito pequeno pois encontramos sempre alguém que já encontramos antes ou conhecemos novas pessoas que dão notícias de alguém que conhecemos ou que vem até nós falando que já nos conheciam através de outros. Em Palenque encontramos um casal de suiços que conheciam o Amadeus e Monika, dois alemães que encontramos em Fairbanks. Por isto encontrar o Michael e a Liz nos fez muito felizes e com eles conhecemos um casal da Bélgica e outro da Nova Zelândia. Viajamos juntos por 3 três dias indo para Uxmal e Mérida.


Uxmal é uma ruína muito bem conservada e que nos permite ver em detalhes o trabalho arquitetônico e artístico Maya. Ficamos no estacionamento do sítio arqueológico para ver a noite as "luzes e os sons" que acontece no Quadrangulo das Monjas. É na verdade um espetáculo teatral e que nos reporta a época de glória dos Mayas. A coincidência ficou por conta da chuva que caiu exatamente na hora em que no espetáculo era evocado o "deus da chuva". Foi bom poder assistir a performance e curtir um bom bate papo entre amigos. Saimos de Uxmal em direção a Mérida mas chegando lá decidimos seguir direto para Chichen Itzá já que Mérida era uma cidade maior e sem interese para nós. Nos despedimos dos nossos amigos e seguimos para as ruínas.


Chichen Itzá é realmente uma suntuosidade. É uma área plana com enormes prédios e pirâmides, herança da cultura Toltec e Maya. A pirâmide principal, o Castilho, é impressionante. Subir os seus íngremes degraus pode ser cansativo mas a visão do alto compensa qualquer sacrifício. Na parte sua interna é possível ver a sala de adoração com a escultura do Chac-Mol, o mensageiro dos deuses e o jaguar pintado de vermelho com olhos de jade. Para ver esta sala é preciso subir uma impressionante escadaria interna num corredor muito estreito, quente e úmido. Vimos algumas pessoas até desistirem de entrar no local. O complexo das Mil Colunas é um outro espetáculo a parte. Na verdade é preciso tempo e disposição para explorar o local. Enquanto estávamos apreciando o sítio arqueológico fomos surpreendidos por uma chuva muito forte o que nos fez desistir de ficar mais tempo para ver o show de luzes e sons daquelas ruínas. Optamos então por ficar em Piste que é a cidade mais próxima do local. O nosso próximo destino era Cancun. Fomos sem pressa e optamos pela estrada livre já que a distância não era tão longa. Passamos por muitos povoados indígenas e fomos observando as pessoas e percebendo a diferença física e cultura entre estes índios e os que já tínhamos visto em Oaxaca e Chiapas. Era terça feira de carnaval e todos estavam preparados para a comemoração num dos povoados maiores.


Chegando em Cancun fomos conhecer a famosa Zona Hoteleira que as agências de turismo vendem como uma das maravilhas do turismo caribenho. As praias apesar de públicas ficam quase restritas aos hóspedes dos hotéis. Não era nosso caso e por isto de lá seguimos para um camping em Punta Sam, não muito longe dali. Também fomos conhecer Isla Mujeres que fica a 45 minutos de barco e que faz de alguma forma lembrar as nossas praias do nordeste. As areias são super brancas com coqueiros na praia e um clima muito mais descontraído. A água do mar é impressionantemente verde e clara contrastando com todo o cenário. A cidade tem uma boa infra-estrutura com vários bares, restaurantes e opções de hotéis e pousadas.


A próxima parada foi Playa del Carmen que fica a mais ou menos 80 quilômetros de Cancun. Apesar da cidade ser pequena é muito interessante e uma parte dela mantem o mesmo clima das nossas praias. A outra parte da cidade comprota luxuosos hotéis formando uma área praticamente exclusiva das grandes redes hoteleiras. As praias e o mar roubam qualquer cenário devido ao branco das areias e ao verde das águas. A 45 minutos de barco fica a ilha de Cozumel. O camping que ficamos, Paa Mul, é um lugar privilegiado pois tem a sua própria praia e conta com boa infra-estrutura. Nada mal ter ficado por ali somente descansando e preparando para nossa saída do México. Dali fomos ver as ruínas de Tulum que ficam num lugar muito bonito à beira-mar. Todos os visitantes vão munidos para um mergulho. Depois fomos conhecer Bacalar que tem uma grande lagoa com as águas apresentando diferentes cores que vão do azul turquesa ao quase preto e por isto é conhecido como "lago das sete cores". Esta lagoa também tem ligação com o Caribe. Esta foi a nossa última parada no México. Dali só faltava Chetumal por onde cruzaríamos a fronteira para Belize. Como sempre bate um pesar por estar deixando este grande e impressionante país com suas mais variadas tradições e rica cultura.


No México também encontramos muita gente e fizemos muitas amizades. Alguns provavelmente ainda encontraremos pelo caminho em direção à América do Sul mas outros se encantaram tanto com o país que resolveram ficar. De qualquer forma temos um bom motivo para uma futura volta ao México. Temos os amigos que ficaram, as paisagens e a cultura que tanto nos encantou.
Cruzando para Belize ainda poderemos continuar curtindo uma bela praia no Caribe...

 

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